vik 30

REFERÊNCIAS

 

ALMEIDA, Rafael Soares. Joomla! Para iniciantes. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2010, p. 3, 40.

 

ARANHA, J. A. S. Modelo de Incubadoras. Brasilia: ANPROTEC/IDISC/INFODEV, 2003.

 

As incubadoras de empresas podem ajudar o seu negócio. Sebrae, 2015. ISSN 1. Disponivel em: <http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/as-incubadoras-de-empresas-podem-ajudar-no-seu-negocio,f240ebb38b5f2410VgnVCM100000b272010aRCRD>. Acesso em: 22 abr. 2015.

 

BAÊTA, Adelaide Maria Coelho. O Desafio da Criação: Uma analise das incubadoras de empresas de base tecnológica. Petrópolis: Vozes, 1999.

 

BANGS, J. Guia Pratico: Planejamento de Negócios. São Paulo : Nobel, 2002.

 

BÁRCIA, L. M. A utilização da plataforma Joomla na escola. Tese de Mestrado, Universidade Católica, Lisboa, Portugal. 2008.

 

BERNARDES, C; MARCONDES, R. C. Criando empresas para o sucesso: empreendedorismo na prática. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2004.

 

BERNARDI, L. A. Manual de Plano de Negócios. São Paulo: Atlas S.A, 2006.

 

BESSANT J.; TIDD J. Inovação e empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2009.

 

BIAGIO, L. A.; BATOCCHIO, A. Plano de Negocio: Estratégia para Micro e Pequena Empresa. 1ª. ed. Barueri: Manole, 2005.

 

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasilia, DF, 1988.

 

BRASIL. Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006. Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte; altera dispositivos das Leis nºs. 8.212 e 8.213, ambas de 24 de julho de 1991, da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943, da Lei nº 10.189, de 14 de fevereiro de 2001, da Lei Complementar nº 63, de 11 de janeiro de 1990; e revoga as Leis nºs. 9.317, de 5 de dezembro de 1996 e 9.841, de 5 de outubro de 1999. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 15 dez. 2006, republicado em 31 jan. 2009, 31 jan. 2012 e 6 mar. 2012. Seção I, p. 1.

 

BRASIL. Lei Complementar nº 147, de 7 de agosto de 2014. Altera a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, e as Leis nºs. 5.889, de 8 de junho de 1973, 11.101, de 9 de fevereiro de 2005, 9.099, de 26 de setembro de 1995, 11.598, de 3 de dezembro de 2007, 8.934, de 18 de novembro de 1994, 10.406, de 10 de janeiro de 2002, e 8.666, de 21 de junho de 1993; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 8 ago. 2014, Seção I, p. 1.

 

CHAMMAS, P.; RIZÉRIO, J. Correio O QUE A BAHIA QUER SABER, 2013. Disponivel em: <http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/saiba-como-planejamento-pode-evitar-fracasso-de-novos-negocios/>. Acesso em: 23 Março 2016.

 

CHIAVENATO, I.; SAPIRO, A. Planejamento estratégico: fundamentos e aplicações. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

 

COELHO, A. M.; Ribeiro, D. C.; Miranda, F. A.; Azevedo, J. C.; Fetterman, J. V.& Medeiros, C. H, O uso do CMS e suas ferramentas hipertextuais na produção de sites educativos e de material didático online. 2011.

 

CORRÊA, H. L.; GIANESI, I. G. N.; CAON, M. Planejamento, Programação e Contrôle da Produção. 5ª Edição. ed. São Paulo: Atlas, 2014.

 

DEGEN, R. J. O empreendedor: fundamento da iniciativa empresarial. 8. ed. São Paulo: Makron Books, 1989. 247 p.

 

EM DISCUSSÃO, Incubadoras de Empresas no Brasil. Disponivel em: <http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/inovacao/incubadoras-de-empresas-no-brasil.aspx>. Acesso em: 02 março 2016.

 

DOLABELA, Fernando. Oficina do Empreendedor. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1999.

 

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

 

DORNELAS, José Carlos A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2005.

 

DORNELAS, José Carlos Assis. Planejando incubadoras de empresas: como desenvolver um plano de negócios para incubadoras. 2. ed. Rio de janeiro: Campus, 2002.

 

DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. São Paulo: Pioneira Thomson, 2003.

 

HASHIMOTO, Marcos. Espírito Empreendedor nas Organizações. Aumentando a competividade através do intra empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2006.

 

INCUBADORAS e Parques - ANPROTEC. Anprotec, 2016. ISSN 3. Disponivel em: <http://anprotec.org.br/site/menu/incubadoras-e-parques/>. Acesso em: 23 abr. 2016.

 

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Técnicas de Pesquisa. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2011.

 

LALKAKA, R. BISHOP, J. L. Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas: o potencial de sinergia. Anprotec. Rio de Janeiro, 1996.

 

LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 7ª Edição. ed. São Paulo: Pearson, 2010.

 

MEDEIROS, J.A.; MEDEIROS, L.A.; MARTINS, T.; PERILO, S. Pólos, parques e incubadoras – a busca da modernização e competitividade. Brasília: CNPq, IBICT, Senai, 1992.

 

MORAIS, Ednalva. Multincubação: ampliando o suporte a empreendimentos através da integração da incubação física e virtual. Brasília: ANPROTEC, 2001. 

 

MORAIS, L. M. D. Gestão do Conhecimento como catalisadora da Inovação em Empresas Incubadas: Uma pesquisa-ação. Itajubá: Premier, 2011. p. 132.

 

NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de conhecimento na Empresa. 12ª Edição. ed. Rio de Janeiro: [s.n.], 1997.

 

OBRIGAÇÕES - Portal do Empreendedor. Portal do Empreendedor, 2016. ISSN 4. Disponivel em: <http://www.portaldoempreendedor.gov.br/mei-microempreendedor-individual/obrigacoes-e-responsabilidades-do-mei>. Acesso em: 22 abr. 2016.

 

OLIVEIRA, R. F. D. M. Capital Social. Capital Social - Contabilidade e Gestão, 2011. Disponivel em: <http://capitalsocial.cnt.br/qual-a-diferenca-entre-mei-ei-me-e-epp/>. Acesso em: 24 abr. 2016.

 

OSTERWALDER, A. Sebrae. Sebrae, 2015. Disponivel em: <http://www.sebraepr.com.br/PortalSebrae/sebraeaz/Projeto-Startup-2015-PR-%E2%80%93-Pagina-2-%E2%80%93-Modelo-de-Neg%C3%B3cios>. Acesso em: 23 Março 2016.

 

PERRY, Robert. Managing the Content Explosion into Content-Rich Applications. Internet Computing Strategies Report, YANKEE GROUP REPORT, Vol. 6, No. 2, May 2001.

 

PETROU, A.; LIARGOVAS, P.; DASKALOPOULOU, I., Entrepreneurship incubators and economic growth: an across-countries empirical analysis. New York: Nova Science Publishers, 2010. 127 p. ISBN 9781616682606.

 

PITASSI, C.; MACEDO-SOARES, T. D. L. V. A. D. Redes Estratégicas Virtuais: Fatores Críticos de sucesso. [S.l.]: [s.n.], 2003.

 

QUAL a diferença entre MEI, EI, ME e EPP. Capital Social Contabilidade e Gestão, 2016. ISSN 5. Disponivel em: <http://capitalsocial.cnt.br/qual-a-diferenca-entre-mei-ei-me-e-epp/>. Acesso em: 23 abr. 2016.

 

RAHMEL, D. Joomla! Avançado. Rio de janeiro: Alta Book, 2014.

 

RAMPAZZO, Lino. Metodologia Científica. São Paulo: Edições Loyola, 2005.

 

REIS, D. R. dos. Gestão da inovação tecnológica. 2 ed. São Paulo: Manole, 2008.

 

REVISTA Em discussão! Jornal do Senado - Revista Em Discussão, 2012.

 

RISOLA, S. W. Empreendedorismo inovador: como criar startups de tecnologia no Brasil. In: GRANDO, N. (Org.). São Paulo: Évora, 2012. Cap. 22. p. 443-444.

 

SEVERINO, Antônio Joaquim. Ensino e pesquisa na docência universitária: caminhos para a integração. São Paulo: Cadernos Pedagogia USP, 2008.

 

SOUSA, F., MOREIRA, L., MACHADO, J. Computação em Nuvem: Conceitos, Tecnologias, Aplicações e Desafios. In: Antônio Costa de Oliveira; Raimundo Santos; Moura;Francisco Vieira de Souza. (Org.). III Escola Regional de Computação Ceará, Maranhão e Piauí (ERCEMAPI). 1 ed. Teresina: SBC, 2009, v. 1, p. 150-175.

 

STAIR, R. M.; REYNOLDS, G. W. Princípios de Sistemas de Informação. Tradução de Harue Avritscher. 9ª Edição. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011.

 

TURBAN, E.; JUNIOR, R. K. R.; POTTER, R. E. Administraçao de Tecnologia da Informação - Teoria e Prática. 3ª Edição. ed. São Paulo: Campus, 2005.

 

TORRES, J. V. Gestão de conteúdos com Joomla. Centro de Competência CRIE, Escola de Educação Superior de Setúbal, Setúbal, Portugal. 2006

 

VERAS, M. Virtualização. Rio de Janeiro: Brasport Livros e Multimídia Ltda., 2012.

 

 

Topo